Os antônimos deveriam ser sinônimos de tantas coisas: imagine uma língua em que o significado seja tão próprio que não haja recurso para se fazer comparação. Imagine pensar que grande e enorme são termos ambíguos. Imagine pensar um verbo sem ação e um sujeito de quem não se diz coisa alguma.
Imagine uma linguagem em que a palavra seja metáfora, e não miragem.
terça-feira, 30 de junho de 2009
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